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Sala de estar

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Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 11.09.14 0:24

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Última edição por Flora Vasconcelos em 11.09.14 0:48, editado 1 vez(es)
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 27.09.14 23:44

Suspirei, completamente derretida enquanto sentia os seus dedos na minha perna, era bom que ele não abusasse, e continuasse a subir, era o que dizia os meus pensamentos, ainda que eu nem me conseguisse mexer para o impedir porque, no fundo, eu não me importava nadinha. Semicerrei o olhar por me ter tratado de ruivinha de novo, ele não ia aprender pois não? Não reclamei, desta vez, demasiado perdida a tentar controlar-me e, não resisti em me aproximar um pouco dele, vendo os seus lábios mais perto do que antes. Fechei-os inconscientemente e nem me dignei a abri-los mal senti os seus lábios no meu queixo e a dirigirem-se à minha boca, isso só aconteceu, quando me puxou para o seu colo. Arregalei os olhos, evitando um grito que ia saindo, e agarrei-me ao seu pescoço com um sorriso. Passei uma mão pela sua bochecha, enquanto olhava para os seus lábios. - Sim, pois fizemos, e eu deixei-te ganhar - murmurei com os meus lábios quase juntos aos seus, deslizando os dedos pelo seu pescoço.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 28.09.14 22:01

A forma como estava a tocar em Flora não a estava a provocar apenas a ela, por incrível que pudesse parecer, todas aquelas festinhas só me estavam a deixar a mim com vontade de lhe tocar mais e mais, de explorar o seu corpo, de...de ficar quietinho. Sim Finn Castelo, tu vais ficar é quietinho! Bem, a verdade era que, por muita vontade que eu tivesse de avançar nos toques, eu sabia que se o fizesse o mais provável era estragar tudo o que já tinha conseguido até àquele momento, por isso mesmo, por muito que quisesse, eu sabia que o melhor era deixar as coisas como estavam. Tal como já tinha dito, eu sabia que Flora era diferente. Soltei uma leve gargalhada ao perceber que a tinha apanhado despercebida, por ter pegado nela ao colo de repente, e deixei que se agarrasse ao meu pescoço, enquanto eu a ajeitava sobre as minhas pernas. Coloquei as suas para cada lado da minha cintura, pousando as minhas mãos no fundo das suas costas e encostei a minha testa à sua, o que fez com que os nossos lábios ficassem praticamente colados.
Subi o meu olhar para o seu enquanto a ouvia falar e, assim que terminou, semicerrei-lhe os olhos.
- Tu sabes perfeitamente que isso é mentira ruivinha.- ripostei, roçando o meu nariz no seu.- eu ganhei a aposta de forma muito justa, por isso - fui diminuindo o meu tom de voz, até este soar apenas como um sussurro.- quero os meus beijos.- e, assim que terminei de falar, puxei o corpo de Flora mais contra o meu, apanhando o seu lábio inferior delicadamente com os meus dentes.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 28.09.14 22:47

 Apertei-lhe as bochechas como uma criança quando ele se riu de mim, mas rapidamente o soltei, afagando apenas a sua pele enquanto olhava os seus olhos, totalmente perdida com tanta proximidade. Rodeei com uma das pernas, a sua cintura, ficando com a outra a apoiar-me na cadeira e sorri quando me aproximou mais de si, sentindo os seus lábios a milímetros dos meus. - é mentira? - perguntei baixinho e quis argumentar e resmungar com ele mas, sinceramente, não quis saber. Naquele momento não queria saber se era igual às outras ou não, eu só queria beija-lo. Assenti positivamente, ouvindo-o murmurar que queria os seus beijos e agarrei-me mais a ele, sorrindo quando me mordeu o lábio inferior. Afastei a minha cabeça com cuidado, para que me largasse e voltei a aproxima-la, com um olhar desafiador, mas acabei por beija-lo de novo, já não conseguia fazer joguinhos.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 29.09.14 22:12

Revirei os olhos assim que senti Flora apertar-me as bochechas, tal como a minha mãe fazia quando me queria irritar, e ia reclamar com ela, se não me tivesse começado a fazer festinhas pouco tempo depois. Elas iam mesmo gostar uma da outra, quando se conhecessem. Esperei que se ajeitasse no meu colo, de modo a que também ficasse confortável e depois sim, deixei que as minhas mãos, que até então estavam pousadas sobre a sua cintura, subissem até ao fundo das suas costas. Acariciei as mesmas com as pontinha dos dedos, sempre com os meus lábios perto dos de Flora e só levantei o olhar para o seu assim que ouvi a sua pergunta. Tinha de admitir que esta coisa de a provocar acabava por ser um bocado ambíguo, visto que eu também acabava por ser provocado. Afinal de contas, quem é que conseguia resistir-lhe quando a tinha tão perto? Deixei que o meu olhar descaísse para os seus lábios e limitei-me a assentir à sua pergunta, preparando-me para a beijar, se ela não o tivesse feito. Não me podia esquecer de agradecer aos Deuses e aos anjinhos por desta vez ela não me ter virado a cara, ou recusado o beijo, como tantas vezes fazia. Sorri contra os seus lábios, assim que finalmente se encaixaram nos seus, e deixei uma mão pousada sobre as suas costas, subindo a outra até ao seu pescoço, ao mesmo tempo que puxava o seu corpo mais contra o meu. Subi os dedos até ao seu cabelo, emaranhando-os no mesmo e mantive-a sempre bem coladinha a mim, começando a aprofundar o beijo aos poucos. Eu não queria abusar, era certo, mas também tinha de aproveitar alguma coisa, não é verdade?
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 30.09.14 10:09

Controlei-me para não lhe morder o lábio ou não me encolher com o arrepio que provocava só a carícia da sua mão a subir pelo meu corpo. Afaguei-lhe a nuca, deixando que uma mão escorregasse pelo seu peito e quis mata-lo por ter trazido uma camisa, que era muito mais trabalhosa de despir que uma t-shirt! Comecei a desabotoar os botões pela parte de baixo, chegando a meio e parando, aproveitando para lhe explorar os abdominais e as costas. Suspirei contra os seus lábios com os calores e tive que começar a afastar-me. Levantei-me devagarinho, agarrada à sua camisa e fiz com que se levantasse. Não fazia sentido estarmos em cima de uma cadeira de cozinha se tínhamos o sofá, muito mais confortável ao nosso lado. Assim que ficamos os dois de pé, empoleirei-me ao seu pescoço e beijei-lhe o maxilar, subindo de novo até à sua boca.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 30.09.14 23:29

Se alguma vez eu tinha tido dúvidas de que tudo o que Flora me dizia não passavam de provocações, agora tinha a prova disso mesmo. A forma como o seu corpo reagia ao meu toque, a forma como ela também me beijava..não era de alguém que não queria estar comigo. Podia não querer tanto como eu queria estar com ela, mas eu sabia que queria, fosse como fosse. Puxei o seu corpo mais para junto do meu, assim que a senti corresponder ao meu beijo com a mesma intensidade com que eu a beijava e acariciei-lhe o cabelo, tendo de abrir os olhos assim que senti as suas mãos desceram até à minha camisa e começarem a abri-la. Isto estava mesmo a acontecer? Quer dizer, eu não me estava a queixar, obviamente, mas..eu pensava que nem beijar-me ela queria. Não consegui evitar sorrir por entre o beijo, descendo de forma muito cautelosa uma mão até a uma das suas pernas e cheguei a pensar que se ia afastar, quando se levantou, mas assim que me puxou para que fizesse o mesmo, percebi que talvez não tivesse exagerado. Rodeei a sua cintura com os meus braços, não querendo que se afastasse nem por um segundo, e deixei que me tocasse como queria, acabando por pegar nela ao colo assim que se esticou para me beijar de novo. Pousei ambas as mãos no seu rabo, rezando mentalmente para não levar nenhuma chapada ou murro e fui caminhando calmamente até ao sofá, nunca descolando os lábios dos seus, começando por fim a deitá-la da mesma forma assim que lá cheguei. Eu estava a adorar o que estava a acontecer, era certo, mas enquanto não tivesse a certeza de que não estava a sonhar, ia fazer as coisas muito devagarinho. Não podia arriscar estragar tudo agora.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 01.10.14 10:35

Sorri, agradada, quando Finn me agarrou ao colo enquanto nos beijávamos e passei os dedos pelo seu cabelo, com cuidado, porque sabia como é que ele era com o seu rico cabelo e nada oleoso. Eu, Flora Vasconcelos, ia mesmo deixar que aquilo acontecesse? Se ele se portasse bem, ia. Era bastante notório que eu queria estar com ele, ainda que achasse que era apressado, mas já nem queria saber. Se fosse só mais uma ele levava umas chapadas e eu embora. Havia muitos rapazes... Revirei, interiormente, os olhos para mim própria, dissipando os meus pensamentos por completo, também já andava a pensar de mais. Ignorei as suas mãos marotas (como se conseguisse) no meu rabo e só o parei de beijar, porque ele se afastou, no entanto, como percebi que era só para ir na direção do sofá, aproximei os meus lábios da sua orelha, mordiscando o lóbulo da mesma com um sorriso maroto. Tive que me afastar quando ele me deitou no sofá e puxei-o calmamente com as pernas que já estavam envoltas na sua cintura. Voltei a passar os dedos pelo seu cabelo e olhei-o aproximando os meus lábios dos seus mais uma vez.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 02.10.14 23:08

Diga-se de passagem que tive de fazer um enorme esforço para não cairmos os dois assim que os lábios de Flora foram parar à minha orelha. Se os lábios dela já eram extremamente irresistíveis, imaginem o que é tê-los num dos vossos pontos fracos. Fechei os olhos com força, apertando ligeiramente o seu vestido nas minhas mãos, e agradeci mentalmente por estarmos tão próximos do sofá, visto que, assim que os voltei a abrir, já não havia risco de cairmos. Comecei a deitá-la calmamente no mesmo, sem nunca desviar o olhar do seu e quando a senti puxar-me de novo para junto dela, deixei que o fizesse, encaixando com cuidado o meu corpo por entre as suas pernas. Eu ainda não acreditava que isto estivesse mesmo a acontecer, aliás, estava à espera de despertar de tudo isto com uma valente chapada de Flora ou, estava à espera do momento em que ela se afastasse me gritasse o quão abusado eu estava a ser. Claro que não queria que nada disto acontecesse, visto que o que mais queria era estar com ela, mas não deixava de estar receoso. Ela era imprevisível, e apesar de ser uma coisa bastante cativante, era também algo duvidoso, nunca se sabia o que se esperar dela. De qualquer das formas, não ia deixar que os meus pensamentos me impedissem de aproveitar aquele momento, durasse o tempo que durasse e, por isso mesmo, pousei as minhas mãos sobre as suas pernas, que estavam em redor da minha cintura, e fui subindo-as calmamente pelas mesmas ao mesmo tempo que os seus lábios vinham de novo ao encontro dos meus. Sorri contra a sua boca, acariciando a sua pele debaixo dos meus dedos e, assim que estes pararam junto ao seu vestido, atrevi-me a colocar apenas a pontinha debaixo do seu tecido. Eu só esperava que tudo não parasse agora, principalmente quando..bem, vocês sabem, quando um rapaz como eu começa a ficar demasiado...excited.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 03.10.14 22:39

Apertei as minhas pernas à sua volta, puxando-o contra o meu corpo e suspirei contra os seus lábios com a respiração ligeiramente descontrolada. Depois de lhe afagar o cabelo e puxa-lo com bastantes cuidados, deixei que uma das minhas mãos percorressem pelo seu peito que já tinha tentado desapertar apenas com uma mão, mas que era demasiado difícil com a pressa com que eu estava. Fechei os olhos com força ao sentir os seus dedos pelas minhas pernas e suspirei contra os seus lábios passando os meus pelos dele e, com a mão livre, procurei pela sua que estava na minha perna para a subir até acima da saia, podia parecer um gesto que todas as outras já tinham feito mas, assim podia ser que ele deixasse de estar tão hesitante. Ele parecia calcular todos os seus movimentos, com medo de que eu o pudesse parar a meio. E podia, e devia, mas não queria.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 04.10.14 16:36

Normalmente, a única regra que eu impunha às raparigas com quem estava era para que não me mexessem no cabelo, sim porque elas adoravam puxá-lo até quase mo arrancarem da cabeça. E, tal como já disse, o meu cabelo era demasiado lindo e precioso para receber esse tipo de tratamento. Porém, naquele momento, com as mãos de Flora no meu cabelo, eu não poderia estar a apreciar mais a sensação. Ela sabia como lhe tocar ao ponto de eu não querer que ela o largasse. Percebem agora porque é que ela era diferente? Sorri ligeiramente contra os seus lábios, descendo-os até ao seu pescoço para que pudéssemos os dois respirar e comecei a espalhar beijos pelo mesmo, só parando quando a senti agarrar na minha mão e subi-la até à sua saia, como que a dizer-me que podia avançar. Se precisava de mais provas para poder relaxar, ali estavam elas. Apertei a sua coxa na minha mão, começando a subir-lhe a saia aos poucos, e deslizei a minha língua pelo seu pescoço, só parando quando a minha boca chegou perto da sua orelha. Puxei o seu corpo mais para junto do meu, mordiscando-lhe o lóbulo da mesma e, como a roupa já me começava a incomodar demasiado, levei uma mão até à parte de trás do seu corpo, desapertando-lhe a saia para lha poder tirar.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 04.10.14 18:08

Deixei a minha cabeça deslizar pela almofada do sofá, dando-lhe espaço para que me beijasse o pescoço e suspirei prazerosamente, tentando recuperar a minha respiração normal- Levei uma mão à parte de baixo da sua camisa, na zona das suas costas, puxando-a para cima e com a outra puxei as calças para baixo, ou parte dela. Soltei um riso abafado contra a sua bochecha quando me apertou a perna depois de o ter incentivado a perder o medo de me tocar, mas rapidamente parei de rir, sentindo um arrepio a percorrer-me o corpo todo que o fez puxa-lo contra mim, quando senti a sua língua no meu pescoço. Agarrei-me ao seu pescoço com a respiração a falhar e afastei a minha orelha da sua boca para o beijar, de novo, e puxar-lhe um pouco as calças para baixo com um pé. 
Senti um aperto no estômago, que nada tinha à ver com a nossa proximidade, quando ouvi alguém bater violentamente à porta. Afastei os meus lábios dos de Finn e engoli em seco. - Flor? - fechei os olhos quando ouvi a voz do meu pai e as suas batidelas à porta de madeira. - Eu sei que estás aí, as luzes estão acesas. - olhei para Finn, sem dizer nada e comecei a sentar-me.
-Devias esconder-te - não era um pedido, era mais uma afirmação, estava apenas a dar-lhe a hipótese de fazer o que quisesse, porque aquilo não ia acabar bem nem com ele aqui nem sem ele.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 05.10.14 13:17

Eu podia não querer abusar, mas depois daquele seu incentivo, depois de perceber que podia avançar sem ter medo de ela me parar a qualquer momento, as minhas mãos quase que ganharam vida. Eu já estava à espera de lhe poder tocar assim há tanto tempo que não me conseguia conter. Sorri contra a sua orelha mal vi o estado em que ela ficara depois do que eu lhe tinha feito e voltei a mordiscar-lhe o lóbulo da mesma, apertando o seu corpo contra o meu. Ela era tão linda, só me apetecia tocar-lhe e nunca mais parar. Era demasiado viciante. Atirei o seu vestido não sei bem para onde, quando finalmente lho consegui tirar e voltei a colar o meu corpo ao seu, tendo de desviar os meus lábios da sua orelha quando percebi que me queria beijar. Acariciei a sua bochecha com uma das minhas mãos, fechando os olhos à medida que o beijo se intensificava e ia ajudá-la a tirar-me a roupa, visto que ela parecia querer fazê-lo, quando um estrondo se fez ouvir. Ou melhor, quando um estrondo nos interrompeu. Alguém estava a bater à sua porta de uma forma tão agressiva que era quase como se também as paredes abanassem. Abri os olhos de repente, juntando as sobrancelhas quando uma voz se fez ouvir do outro lado e tive de me sentar no sofá, desviando o olhar para Flora.
- O que é que se está a passar? - perguntei, abanando de imediato a cabeça quando a ouvi dizer-me que devia ir embora.- não, eu não te vou deixar sozinha.- murmurei, aproximando-me o suficiente dela para lhe agarrar na cara com ambas as mãos. Não era preciso ser-se muito inteligente para ver como estava assustada. Quem quer que fosse que estivesse do outro lado, era alguém que não lhe fazia bem.- o que é que se está a passar Flora? - voltei a perguntar.- quem é que está a bater à porta?
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 05.10.14 15:40

Ele tinha deixado de aparecer cá em casa há dois meses atrás mas tinha que aparecer logo agora? Eu não sabia que mal é que tinha feito para o karma ser tão forte comigo. Agora que estava a começar a deixar de pensar tanto é que acontecia coisas deste género.  
Agarrei-me por segundos a Finn, para me sentar no sofá e passei os dedos pela cana do nariz enquanto o ouvia bater à porta incessantemente. Estiquei-me até ao meu vestido que já estava fora do meu corpo e ajeitei a camisa do Finn à pressa, só parando quando ele me fez olha-lo. - é o meu pai - murmurei agarrando na sua mão quando a levou à minha cara - não te preocupes, está tudo bem - acalmei-o, ou tentei, e comecei a vestir-me tirando a minha trança antes que ele mandasse alguma boca.
-Flora! - quando ele me chamava de Flora o caso já era feio por isso olhei para Finn uma última vez e fui abrir a porta.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 05.10.14 22:59

Assim que percebi que a pessoa do outro lado da porta era do sexo masculino, passaram-me um monte de coisas pela cabeça. Cheguei a pensar que seria um ex namorado de Flora visto que ela não estaria comigo se ainda o fosse. De qualquer das formas, nenhuma das minhas suposições fez sentido assim que a ouvi dizer que se tratava do seu pai. Como devem perceber, não consegui esconder o meu espanto face a tal afirmação..porque é que o seu pai estava a gritar com ela daquela forma? Não fazia sentido.
- Porque é que ele está aos berros? - perguntei, cada vez mais confuso, mas não cheguei a receber resposta porque logo de seguida Flora continuou, dizendo-me para não me preocupar porque estava tudo bem. Eu podia não a conhecer há muito tempo, mas não era preciso ser-se génio nenhum para saber que o que ela acabara de me dizer era mentira.- eu vou ficar aqui.- murmurei ao mesmo tempo que assentia e, assim que ela se levantou, eu fiz o mesmo, não hesitando em segui-la até à porta. Eu nunca iria deixá-la sozinha quando ela estava no estado em que estava, mesmo que se tratasse do seu pai.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 05.10.14 23:44

De tudo o que podia acontecer neste encontro, tinha que ser Finn a conhecer o meu pai. Preferia que ele me desse com os pés só a conhecer-me e a perceber que passava só de mais uma, do que ao conhecer o meu pai. Agarrei-me à maçaneta da porta, de costas viradas para ele e com os olhos prestes a rebentarem. Engoli o choro e encolhi os ombrosnpara conseguir responder à sua pergunta - é só a maneira dele - mumurei como se fosse normal, o que acabava por ser, no caso dela. Abri a porta de uma vez, sentindo Finn atrás de mim e deu logo um passo para trás, afastando-o também dele.
-O que é que te fez demorar tanto tempo? Já te disse que não se faz os pais esperar - ralhou, calando-se quando reparou na pessoa que estava atrás de mim.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 07.10.14 22:36

Eu até podia estar enganado, o seu pai até podia ser uma óptima pessoa que estava apenas num dia mau, mas a postura de Flora, a forma assustada como falava..não me fazia crer que isso fosse verdade. Juntei as sobrancelhas face ao que ela me disse, que apenas serviu para eu ficar mais confuso..era como se ela o estivesse a desculpar de alguma coisa, como..como se ela estivesse com medo que algo fosse acontecer. Não lhe respondi. Estava demasiado ansioso (e nervoso) para ver o seu pai e para perceber se todas estas minhas suspeitas tinham fundamento. Esperei que abrisse a porta, mantendo-me atrás de si mesmo quando recuou e mal o seu pai apareceu, e tendo em conta a forma como lhe falou, abracei a cintura de Flora de forma instintiva. Não me perguntei porquê, mas eu sentia que precisava de fazer aquilo, que precisava de lhe mostrar que estava ali para a proteger. Mordisquei a parte de dentro da minha bochecha, sem saber muito bem se o que tinha acabado de fazer era uma coisa boa ou má, mas não deixei que isso me impedisse de olhar para o seu pai assim que senti o seu olhar posto em mim.
- Boa noite.- apressei-me a dizer, esticando a mão livre na sua direcção.- o meu nome é Finn, Finn Castelo.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 07.10.14 22:57

Olhei para ele, que continuava em silêncio e a fitar Finn e, ao sentir a sua mão rodear-me a cintura, dei um pequeno saltinho. Os meus sentidos ficavam todos a alerta quando o meu pai estava por perto. Agarrei na mão dele com a minha, sentindo-me relaxar aos poucos e continuei a fitar o homem. Deixei que ele se apresentasse, ainda que não fosse grande ideia e vi-o reagir, mas não liguei - o que é que estás aqui a fazer? - perguntei-lhe. 
-Tu és playboy da televisão - apontou para ele com algum desprezo e só depois me olhou. - O que é que te parece que vim fazer? - perguntou-me. Respirei fundo, mordendo o lábio inferior e assenti, afastando-me para ir até ao meu quarto. Nem sabia se era bom deixa-los ali sozinhos, mas o meu pai até parecia algo calmo. Procurei no meu armário, desarrumando a minha roupa toda e peguei num dinheiro que punha sempre de parte para ele quando mo vinha pedir. Mordi o lábio inferior, voltando até à sala e estendi-o.
-Podes ir, agora - quase o enxotei vendo-o olhar para mim e para Finn. 
-E eu pensava mesmo que tinhas juízo - comentou, saindo. 
-Até foi rápido - comentei baixinho, tentando ignorar o que ele tinha dito antes de ir embora.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 10.10.14 23:21

Se o pressentimento que tinha em relação àquele homem já não era bom, pior ficou ao ver a forma como ele olhava para mim e para Flora. Para ser sincero, nem sequer o conseguir descrever, não sabia se era nojo, se era raiva ou..possessão. Tudo o que estava a acontecer era demasiado estranho para mim, porém, não me afastei de Flora nem por um segundo, mantendo-a sempre bem encostada ao meu corpo. Mesmo quando a senti ficar mais nervosa, face à nossa proximidade. Queria mostrar ao seu pai (que não se parecia minimamente com um) que eu estava ali para protegê-la, independentemente de quem ele fosse. Baixei a mão assim que percebi que não ia corresponder ao meu cumprimento e eu juro que estava a tentar manter a calma, mas assim que ouvi o seu comentário em relação a mim, não consegui manter a minha expressão tão neutra assim.
- Eu sou cantor.- corrigi, meio que entredentes, e controlei-me bastante para não dizer mais nada, algo me dizia que, se o fizesse, apenas ia arranjar mais problemas para Flora. Juntei as sobrancelhas assim que a senti afastar-se de mim, sentindo as coisas ficarem ainda mais confusas e foi no momento em que ela abandonou a sala que a tensão entre mim e o seu pai aumentou. Quem era ele para me chamar fosse o que fosse? Aliás, quem era ele para sequer me olhar daquela forma? Ele não me conhecia de lado nenhum! Fechei as mãos em punho com bastante força, cerrando da mesma forma o meu maxilar, e estava prestes a mandar uma boca ou a dizer alguma coisa, quando Flora apareceu com um maço de notas na mão. Endireitei-me de imediato, fazendo uma leve careta e acho que o facto de estar tão confuso foi a única coisa que me permitiu ignorar o que o seu pai disse antes de sair.- o que é que acabou de se passar aqui? - não consegui controlar, ainda de punhos cerrados.- porque é que tu lhe deste dinheiro? - olhei-a.- ou melhor, quem é ele para te tratar desta forma?
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 11.10.14 0:02

Apoiei-me no armário ao lado da porta da entrada e olhei para Finn que estava completamente perplexo e confuso. Eu não o julgava nada do que ele estava a pensar, mesmo não sabendo o que quer que lhe passava pela cabeça. Mordi o interior da minha bochecha suportando o facto de me apetecer gritar, ou destruir alguma coisa, ou de chorar, ou fazer tudo ao mesmo tempo. - Finn - chamei baixinho ao observar os seus punhos cerrados e aproximei-me devagarinho agarrando-lhe na mão. Não sabia se ele estava zangado comigo ou com os comentários despropositados do meu pai, mas não hesitei. - Desculpa, eu não sabia que ele ia aparecer - murmurei levantando o olhar na sua direção, ainda mais séria, quando o ouvi perguntar-me porque é que lhe tinha dado dinheiro. - Ele é meu pai - respondi - quando ele me pede dinheiro eu dou - encolhi os ombros.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 11.10.14 16:02

Para ser sincero, nem eu próprio sabia que me conseguia sentir irritado àquele ponto. Só me apetecia abrir a porta e sair disparado atrás daquele homem, tentar fazer com que percebesse que não podia falar assim com Flora e que eu não era nenhum playboy da televisão, como ele dizia. Eu era tão ou mais homem do que ele e era alguém que ia proteger Flora, quer fosse dele ou das outras pessoas. Inspirei de forma brusca, enquanto tentava colocar todos aqueles pensamentos de lado, para me acalmar, e só abri os olhos assim que senti alguém agarrar-me numa das mãos, alguém esse que rapidamente percebi ser Flora. Baixei o olhar para ela, sentindo os meus músculos relaxarem aos poucos e isso só não aconteceu por completo, por causa do que ela me disse.
- Ser teu pai não lhe dá o direito de te tratar daquela forma.- respondi.- e muito menos de te tirar o teu dinheiro.- continuei, passando a mão livre pelo cabelo. A última coisa que queria era que ela ficasse chateada comigo por estar a dizer aquelas coisas, mas sentia-me demasiado nervoso para ficar calado. Abanei ligeiramente a cabeça, respirando fundo e acabei por aproximá-la mais de mim, limitando-me a abraçá-la.- desculpa.- acabei por pedir, sentindo os meus músculos doerem de tão contraídos que estavam.- eu não me quero meter na tua vida.- murmurei.- mas não suporto que te tratem mal.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Flora Vasconcelos em 11.10.14 18:23

Baixei o olhar para as nossas mãos, que eu ainda mantinha juntas. Não conseguia perceber porque é que ele estava tão chateado. Apesar do meu pai ter sido inconveniente ao chamar-lhe de playboy da televisão, ele não tinha que ligar a isso, ainda que o achasse mulherengo, sabia agora que ele não era assim tão mau quanto tinha achado. Mordi o interior da minha bochecha, esperando que ele se acalmasse depois de ter dito que não tinha o direito de me tirar dinheiro. Preferia que o fizesse que andasse por aí a roubar outras pessoas, a bater em alguém, ou a bater-me a mim. Mas não disse nada, acho que não havia nada para dizer. Levantei o olhar quando o vi aproximar-se mais, mas rapidamente o fechei para o abraçar. Encostei a cabeça na curva do seu pescoço e abracei-o com força sentindo os seus músculos tensos debaixo das minhas mãos. Sorri ligeiramente com as suas palavras e beijei-lhe o maxilar - ninguém me fez mal, eu estou bem- levantei a cabeça para a olhar e só ao fim de algum tempo é que me estiquei até lhe beijar os lábios - e agora tu precisas de uma massagem - sorri afastando-me para o conduzir até ao meu quarto.
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Re: Sala de estar

Mensagem por Finn Castelo em 12.10.14 22:12

Assim que senti os braços de Flora em redor do meu corpo, apertei o seu corpo contra o seu, esperando que aquilo me ajudasse a acalmar. Acho que nunca antes me tinha sentido tão nervoso como me sentia naquele momento. Encostei a minha cabeça à sua, deslizando os meus dedos de forma calma pelas suas costas e deixei-me estar assim até a sentir afastar-se ligeiramente para me olhar. Ergui a cabeça, ao mesmo tempo que os seus lábios pousaram no meu maxilar e estiquei-me até lhe beijar a testa, mantendo-a sempre bem encostada a mim.
- Juras? - perguntei num tom mais calmo, fixando o meu olhar no seu. Eu não queria acreditar que o seu pai já tivesse sido capaz de lhe fazer mal, mas depois de ter assistido ao que assisti, eu já nem sabia bem o que pensar. Quer dizer, eu deixei foi de pensar mal senti os seus lábios juntarem-se aos meus. Subi uma mão até à sua bochecha, acariciando-a enquanto corresponda ao seu beijo e depois de este terminar, encostei a minha testa à sua enquanto a ouvia falar.- vais fazer-me uma massagem? - repeti, levantando ligeiramente as sobrancelhas e ainda que a estivesse a deixar guiar-me até ao seu quarto, supus, não consegui esconder um sorriso.- queres assim tanto tocar-me que até já precisas de arranjar desculpas, é? - brinquei, tentando, de alguma forma, aliviar o ambiente.
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